O que queremos

O canal Do campo à mesa nasceu com a missão de estimular uma atitude mais questionadora e cidadã do consumidor brasileiro perante os alimentos que o mercado oferece.
Nossa atividade principal é produzir conteúdos informativos, provocativos e educativos a partir da investigação jornalística. Mas, embora isso já seja bastante coisa, a intenção não é apenas informar, denunciar e divertir. O objetivo vai além.
A ideia é interferir na cultura do consumismo apático e crente no valor das marcas mais famosas, mesmo quando elas nos oferecem o pior disfarçado de melhor. É mobilizar não só os consumidores, mas todos os elos da cadeia de alimentos, desde os produtores rurais, passando pelo comércio e pelo governo, em direção a uma maior transparência nas relações entre quem alimenta e quem é alimentado. Tudo em nome da saúde pública. 

Como queremos

Nesse objetivo, o canal aposta na irreverência, na ironia, no humor e na clareza das linguagens. Porque a gente acredita que o melhor jeito de falar de coisa séria para muita gente de uma vez só é fazer cócegas nas ideias. Aí um ri e quer fazer outro rir também. E assim, aos poucos, a mensagem vai se espalhando, se multiplicando, sensibilizando e engajando mais e mais pessoas, grupos, empresas. E assim, aos poucos, a gente muda um pouco o mundo. 

Nossa marca

Apesar de já ter essa identidade conceitual desde o início, o canal passou três anos sem uma identidade visual adequada. Já usávamos a figura do binóculo para representar a investigação e a vigilância, a imagem do ouvido aguçado para expressar a atenção constante e a figura do megafone para celebrar a denúncia. Mas faltava uma imagem, um desenho, uma figurinha que sintetizasse todas as nossas intenções, inclusive a de fazer graça, e que pudesse ser usada para identificar rapidamente a assinatura do canal Do campo à mesa em qualquer lugar. 

 

 
O que talvez você não saiba é que esse trio de Francines na foto foi inspirado no famoso trio de chimpanzés que faz exatamente o contrário. Os chimpanzés estão em atitude de se recusar a ouvir, ver ou falar. Seja lá o que for que originalmente eles viram, ouviram e não querem revelar pra ninguém, eles de certa forma lembram muito os consumidores, as empresas, os órgãos públicos, todos, enfim, que preferem não saber de nada ou, quando sabem, preferem fingir que não sabem e não contar a verdade para ninguém. 

 

 

Nova identidade visual 

 
Então pensamos em sintentizar o conceito do trio de Francines que quer ver tudo, ouvir tudo e contar tudo pra todo mundo em uma única personagem que tivesse a mesma personalidade irreverente e perspicaz da jornalista investigativa. E assim chegamos a esse macaquinho simpático, mas desconfiado e esperto, de olhos bem abertos, que pode representar qualquer um de nós.
Ele não é um chimpanzé, não é um mico, não é um quati, não é um gorila, não é um bonobo nem um orangotango. Ele é um primata ainda um pouco indefeso, que vive numa selva urbana cheia de riscos, perigos e ameaças, mas quer evoluir para se tornar uma espécie muito mais esperta e capaz de transitar em seu território com segurança e sucesso. Pra isso ele leva consigo uma lupa que o ajudará a identificar mais rapidamente quem são os seus predadores e quem são seus aliados. 
Nós, que queremos mais transparência no mercado de alimentos, que queremos o fim das pegadinhas, o fim da enganação e o começo de uma nova era de alimentação saudável para todos, nós devemos ser todos macacos desconfiados em evolução. 
Assim como os primatas pulam de galho em galho atrás de proteção e alimento, aqui no canal a gente pula de vídeo em vídeo, de texto em texto em busca de conhecimento e verdade. 
Viva a macacada esperta da internet!